22/04/2017

Eu e Deus ou Deus e eu?

➡ Não sou o eixo em torno do qual tudo gira, inclusive Deus. Esse eixo é ele.

Eu sou apenas uma criatura enquanto ele é o criador, eu existo porque ele existe, ele é o antes e eu o depois. Não sou a causa, mas o efeito. Sou eu para ele e não ele para mim.

A vida, e tudo o que a mantém não procede de mim, não fui eu que inventei a mim mesmo e a rédea não está nas minhas mãos.

A existência não procede de mim, mas eu sou consequência dela. Por isso não sou eu quem vivo, mas Cristo quem vive em mim.

Sei porém, que Deus não me trata como uma coisa, mas como alguém que procede dele. Sou apenas uma extensão do meu Criador, sem brilho próprio e dele dependente, servo e não Senhor.

Não sou eu quem decide para o que existo, quanto valho e o que sou.

Ubirajara Crespo

18/04/2017

O massacre de Levítico 31

O massacre dos midianitas ordenado em Números 31 não precisa de uma resposta tão complicada assim. A mais simples seria: Ou são eles ou somos nós. À medida em que Israel crescia, as escolhas afunilavam e algumas decisões não foram exatamente aquelas que gostaríamos. No entanto, na época, eram consideradas como normais e corriqueiras. 

Se quisermos complicar, um pouquinho o raciocínio, podemos montar a seguinte tese: Por causa da sua ligação parentesca com os Israelitas, tinham acesso e influência sobre a Cultura dos hebreus. A purificação étnica em Israel, era absolutamente necessária, para que os propósitos de Deus para a nação israelita sobrevivesse e sua missão redentora fosse cumprida. Caso isso não ocorresse, ninguém seria salvo, pois não haveria um redentor. A época era de formação de povos e nações. Ali estava o embrião formador de toda a raça humana, sua genética, suas tendências comportamentais, seus costumes religiosos, etc, etc, etc. Até hoje a depuração étnica ocorre naqueles territórios, menos em Israel. 

A preservação daqueles povos perversos significaria a preservação do seu comportamento. Já está mais do que provado, que a cada geração, o mal cresce, ganha criatividade, ganha renovação metodológica e conta com crescentes aperfeiçoamentos tecnológicos. Você jamais imaginaria o grau de perversão que seria alcançado hoje, se Jeová não colocasse freios e não podasse está árvore genética e não extraísse aqueles rumores malignos, enquanto a formação dos povos e nações estivesse em sua forma embrionária. 

Os midianitas descendiam de Abraão, fruto de seu casamento entre com Quetura, e Moisés se casou com Zipura filha de Jetro, um sacerdote midianita. Ciente do erro cometido (casamento mixto), Moisés separou Isaque dos filhos de Quetura. As práticas pagãs deste povo invadiam o mundo conhecido. Incluíam orgias, sacrifícios humanos, principalmente de crianças e de povos inteiros. 

O próprio Moisés, que viveu entre eles (os midianitas) não conseguiu expurgar estas praticas do coração daquele povo. Eles se tornaram um símbolo de perversão e contaminação. Aquela guerra era apenas um dos atos militaristas, que decidiriam quais práticas religiosas seriam preservadas e dominariam o mundo da época. Se os midianitas tivessem sobrevivido, isto teria chegado até o Brasil e você mesmo, com toda a naturalidade e frieza, já teria enfiado a faça em seu filho, oferecendo-o como oferta à um daqueles deuses pagãos. Todos os seus vizinhos, parentes e todas as famílias existentes na Terra adotariam estas práticas. O isto se tornaria um massacre de proporções inimagináveis. 

Os povos orientais são teocráticos e de religião territorial insta e adotam sua Sharia. Sem a existência de Israel, não seriam contidos. Cafezinhos da tarde, confraternizações, congrassamentos e acordos de paz não dariam fim ao problema. Hoje seria mais fácil conseguir um tratado de paz envolvendo Bashar al-Assad, Estado Islâmico, Coréia do Norte, Estados Unidos, Rússia, Israel e Afeganistão.

Naquela época o povo dominante assinava seus tratados de paz com a extinção de outro povo, usando seu sangue como tinta, seus ossos como canetas e a sua pele para escrever nelas, as condições destes tratados. 

Israel impediu que você matasse seu próprio filho, assim como Deus impediu que Abraão, ainda influenciado por estes costumes, matasse o seu. Não foi à toa, que Abraão teve de abandonar seu povo em Arã, para procurar outra terra onde deveria domar, expulsar seus ocupantes e construir uma nação programada para ser a única, que não se deixaria contaminar por estes costumes. 

É por isso, que foi prometido a Abraão, que se tornaria um abençoador de todos os povos e faria isso através de um de seus descendentes: Jesus. O mundo, que. Elegeu o Diabo como seu governante, não aprende rápido. Abraão jogou na Terra a semente que construiu pessoas capazes de amar, constrastando, assim com o que ocorria com o resto do mundo. Gerou Jesus, aquele que Iniciou uma nova época em que novos valores construíram as relações entre os povos. 

E pode escrever aí, que ainda não aprendemos isso, direito. 

UbiraCrespo

10/04/2017

🔔 A profissão mais badalada e antiga do universo

Falsos Profetas, uma profissão tão antiga quanto as trevas. Eles viveram antes mesmo de ser criada a raça adâmica. Enganaram até os anjos. Sua atuação é, atualmente, uma das mais nocivas para o Corpo de Cristo..

Dt 13.1-3. Dt 13.1-3. #FalsosProfetas, uma profissão tão antiga quanto as trevas. Eles viveram mesmo deDeus exige pureza de propósitos para os seus seguidores, mas não os deixa sós, nos imuniza fornecendo instrumentos de detecção. O Pai colocou na sua Palavra alguns princípios eternos, capazes de revelar a procedência daqueles se oferecem como nossos guias espirituais. Somos um povo que anda contra a maré das tendências religiosas, as chamadas de frutas de época. Fomos capacitados para julgar se a sinalização é certa ou errada. São sinais e #prodígios feitos com objetivo de nos convencer a servir à nossa própria carne.
Fica claro aqui, que a procedência de um profeta não é percebida pelos sinais, mas principalmente pela mensagem que ele prega e pela forma como reage às pressões satânicas e aos convites da carne. O falso profeta promete o que Deus não disse na sua Palavra Escrita, e vive de um modo como esta mesma Palavra não incentiva. Para percebermos se um pregador vive o que prega, basta conviver, intensamente, com ele no seu dia a dia. Em contrapartida, o falso mestre, que tem muito a esconder, se afasta deste convívio, usando artifícios capazes de repelir seus seguidores do seu convívio mais íntimo. Muitas são as justificativas para o uso do cordão de isolamento: cuidado com a sua segurança pessoal alegando ameaças, fuga da tietagem, muitas ocupações e necessidade de reclusão meditativa.
Sua mensagem explica as doações centralizadas nele, dizendo que é ele (a), que recebeu a sabedoria de Deus para gerir e distribuir as riquezas que estão sob seu controle. 
Jesus nos disse para sermos mansos e humildes de coração, nos contentarmos com uma capa, um alforge, um jumento emprestado e com o mesmo cálice amargo que ele bebeu. Devemos estar dispostos a fazer qualquer coisa para manter a luz de Deus brilhando neste mundo escuro. E por falar em escuridão é preciso dizer, que é exatamente no lado sombrio das forças do mal, que o falso profeta esconde suas vilezas.
O falso mestre incentiva a cobiça pelo dinheiro (mamon), a procura de bens materiais, a realização profissional, a vitória sobre inimigos reais e imaginários, prega o positivismo, vende sonhos, constrói ilusões, se coloca na posição de alguém que tem autoridade para liberar bênçãos e se torna, ele mesmo, naquilo que seus seguidores querem ser. Se você conhece alguém assim, pode estar certo de que não é mera coincidência.
Quem é luz permanece em cima do poste, mas não derruba quem começou a subida, antes lhe dá a mão para que haja um complexo iluminador do qual ele é apenas uma das lâmpadas. 

Ucc

A Bíblia do Guerreiro, a estação de tratamento e abastecimento onde você precisa parar todos os dias. O remédio mais eficaz para tratar o seu coração é a Palavra de Deus.