29/11/16

Orar pela paz em Jerusalém pra quando?

“Orem pela paz de Jerusalém: “Vivam em segurança aqueles que te amam!”

Salmos 122:6

Trago uma dúvida no meu peito: devo continuar orando pela paz em Jerusalém, como diz a Palavra?

Tenho a impressão de que o tempo de orar pela Paz na Terra Prometida acabou. Na minha leitura das profecias bíblicas, está na hora de um evento esperado à muito pelo Povo de Deus. É chamado na Bíblia de Armagedom. 

Naquela época não haverá paz em nenhuma região do planeta. Este conflito terá repercussão mundial, cuja motivação maior, será exatamente Israel. 

Segundo as Escrituras, caminharemos para a extinção final da raça humana, que ocorrerá 1000 anos depois disso. 

Armagedom ocorrerá depois do arrebatamento da verdadeira Igreja, mais exatamente falando, no final da tribulação. Portanto, não veremos isto ocorrer. 

Orar pela paz interior, pelos amigos e parentes, que precisarão passar por aquele momento, deverá ser o motivo principal das nossas orações. 

Não há paz sem que o príncipe da paz esteja reinando, isto só ocorrerá durante o milênio, quando Jesus reinar em Jerusalém. Hoje ele não está lá. Se há uma paz, pela qual devemos orar, é a paz interior dos moradores de Jerusalém. Neste exato momento, Jesus prioriza reinar sobre pessoas e não sobre cidades e países. Jerusalém e o mundo ficam para depois,

Esta guerra faz parte dos desígnios de Deus, não tem como ser evitada. Prepare-se para ela. A paz vem depois, durante o Milênio, quando Jesus se assentará em um terno localizado em Jerusalém. 

O diabo acha, que destruindo Jerusalém, evitará a construção do trono onde Jesus prometeu se assentar.

Ubirajara C Crespo


28/11/16

Ensino dramatizado no Tabernáculo. O script é bíblico


“Disse também o Senhor a Moisés: “Esta é a regulamentação acerca da purificação de um leproso: Ele será levado ao sacerdote, que sairá do acampamento e o examinará. Se a pessoa foi curada da lepra,” (Levítico 14:1-3)

Lepra era um termo genérico usado para definir a várias doenças de pele, incluindo a lepra. Cabia aos sacerdotes diagnosticar a enfermidade e fazer o seu acompanhamento até a sua cura total. A cerimônia narrada é uma cena, durante a qual, ficaria claro para a vítima e para toda a sociedade, que o drama passado pelo portador da doença, chegou ao seu final. Ficava claro, também, que estaria livre do período de confinamento ao qual se submeteu durante o tempo determinado pela lei. Era equivalente ao que hoje conhecemos como uma alta médica. Uma festa capaz de marcar a sua volta ao convívio social. 

Como ocorria com as demais cerimônias, havia uma finalidade didática onde o método utilizado era a dramatização, e Diga-se de passagem, um dos mais eficientes métodos de ensino já inventado. Não ficamos com o ritual, nem com o script, mas com o princípio ali representado.

Duas aves se transformavam nos principais protagonistas deste método de ensino. “o sacerdote ordenará que duas aves puras e vivas, um pedaço de madeira de cedro, um pano vermelho e um ramo de hissopo sejam trazidos em favor daquele que será purificado.” (Lv 14:4). As aves precisavam ser puras, excluindo da cerimônia todas as aves consideradas imundas. Visto que o ritual era sagrado, não deveria ser contaminado com o mesmo tipo de ave usado em rituais profanos. Do tipo que se alimentava com carne podre, vivia em cavernas e gostava da escuridão.

Nosso coração é iluminado, diagnosticado e tratado. Hoje chamamos este processo de Cura Interior. Fazem parte do processo o arrependimento, o afastamento de ambientes, hábitos e sentimentos contaminadores.

Uma das aves era sacrificada em água corrente, próxima à sua fonte. Este gesto aponta para o tempo em que o leproso estava contaminado com a morte e o sangue doente é tirado do seu corpo e corre para longe dele ao se misturar com a água corrente. Isso também nos faz lembrar das palavras de Jesus, que se apresentou como a fonte da vida, aquele que veio para retirar de nós, o pecado que veio para matar e para diluir seus efeitos contaminadores. A água parada não purifica, antes se torna um ambiente propício para o desenvolvimento de bactérias.

A segunda ave era ser solta para voar livre. O simbolismo aqui é rico, fala de libertação. As duas aves simbolizam duas fases da vida de um ex leproso. A primeira lhe faz lembrar do grande peso que carregava sobre suas costas. Esta impressão era sentida ao ver a agonia da ave ao morrer. Ela o substituiu na morte, passando por tudo o que deveria ocorrer com ele. A outra ave aponta para um futuro no qual poderia viver liberto do confinamento e livre para voar. Sensação de liberdade é o que sentimos ao ver uma ave voando livre pelos Céu.

Ubirajara Crespo 

11/11/16

Qual foi a denominação fundada por Jesus?

Jesus nunca falou em nome da organização religiosa da época. Não era um dos seus dirigentes. Falava em nome de Deus Pai.

Agia como os profetas do Antigo Testamento, que na sua maioria não eram parte do esquema religioso ligado ao Templo, e apontavam, com o dedo em riste, os desvios do clero da Época. Jesus fez o mesmo, chegou a acusar os pais deles de terem matado os profetas e profetizou, com alegria, que do Templo não restaria pedra sobre pedra.

Portanto Jesus falava, de fora e não de dentro, ao sistema religioso ligado ao templo.

Foi expulso das sinagogas e tratado como um criminoso pelos escribas, fariseus e seduceus. Nunca reprovou a existência do Templo, mas se revoltou contra o comércio feito em seu interior e até chicoteou os camelôs que vendiam bugigangas Gospel no seu pátio.

O Templo já teve o seu lugar, mas agora a visão de templo ensinada por Jesus não tem nada a ver com aquilo. Ou não sabeis que sois o Templo do Espírito Santo? (1Co 3.16).

O Templo de Deus na Terra  é chamado no Novo Testamento de Corpo de Cristo. Ora, corpo não é feito de pedra, nem de cimento, mas de gente.

A Bíblia do Guerreiro, a estação de tratamento e abastecimento onde você precisa parar todos os dias. O remédio mais eficaz para tratar o seu coração é a Palavra de Deus.