12/03/2013

Reformar, derrubar tudo ou começar do zero?

E ninguém deita vinho novo em odres velhos; de outra sorte o vinho novo romperá os odres, e entornar-se-á o vinho, e os odres se estragarão; Mas o vinho novo deve deitar-se em odres novos, e ambos juntamente se conservarão.E ninguém tendo bebido o velho quer logo o novo, porque diz: Melhor é o velho. Lucas 5:37-39




Se a estrutura montada exigiu muito do nosso esforço e investimento, nos apegamos demais a ela.



O que foi um movimento virou monumento. Monumentos precisam de reformas como tapar rachaduras, pintura, limpeza, revitalização, iluminação para destaca-lo, etc. Se nos apaixonamos por algo que construídos, fazemos de tudo para manter a aparência de algo que já funcionou um dia. É como venerar um santo, um ídolo.



Deus construiu e destruiu o Templo quantas vezes? Foi ele mesmo quem fez isto, os invasores foram apenas seus instrumentos. Hoje ele não tem nenhum interesse na reconstrução de um monumento no qual investiu tanto.



Jesus anda para frente e não para trás. Não resgata defuntos. No arrebatamento seremos totalmente novos. Quem faz zumbis é o diabo.



A volta ao sistema sacrificial é a última coisa que interessa a Jeová. A reconstrução do Templo está prevista, acontecerá, mas será como engatar a marcha à ré, uma homenagem que nos prenderá ao passado. A obra que Jesus começou tem de andar e não retornar. A Cruz e não o Templo será o marco zero da Nova Jerusalém.



Jesus pôs fim a isto na Cruz e começou do zero, mas nós preferimos a segurança do velho.



Se queremos construir o novo, devemos desapegar do velho. Lugar, posição, sustento, dependência institucional, esperanças vãs e ação política.


Ubirajara Crespo
A Bíblia do Guerreiro, a estação de tratamento e abastecimento onde você precisa parar todos os dias. O remédio mais eficaz para tratar o seu coração é a Palavra de Deus.