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08/01/2016

O divórcio e a saga dos suicidas

Mais uma vez a Bíblia mostra que tinha razão ao afirmar, que não é bom para o homem viver só. Livro de Gênesis, durante o relato bíblico sobre a criação.

Pesquisas divulgadas no Yahoo, mostram que pacientes casados têm maior probabilidade de resistirem a cirurgias de risco.

As pessoas casadas são mais propensas a se recuperarem depois de uma cirurgia cardíaca do que as divorciadas, separadas ou viúvas - informou nesta quarta-feira uma pesquisa norte-americana.
O estudo, publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA), foi baseado em dados de mais de 1.500 pessoas.

Dois terços eram casados, 12 por cento eram divorciados ou separados, 21 por cento eram viúvos e dois por cento nunca foram casados.
Indo para a cirurgia, os participantes casados já tendiam a ser mais saudáveis do que os outros participantes.
E após a cirurgia, "o estado civil foi significativamente associado à morte ou a uma nova incapacidade funcional", disse o estudo.
"Os participantes divorciados, separados ou viúvos tinham aproximadamente 40 por cento maiores probabilidades de morrer ou de desenvolver uma nova incapacidade funcional durante os dois primeiros anos após a cirurgia cardíaca em comparação aos participantes casados".
Após a cirurgia, 19 por cento dos participantes casados morreram ou desenvolveram uma nova deficiência, em comparação a 29 por cento das pessoas divorciadas e 34 por cento dos participantes viúvos.
Um em cada cinco dos que nunca haviam se casado ou morreram ou tiveram complicações pós-cirurgia - que os deixaram incapazes de realizar uma atividade diária comum, como se vestir, andar ou comer.
"Essas descobertas estendem trabalhos anteriores que sugeriam vantagens de sobrevivência pós-operatório para pessoas casadas e podem estar relacionados ao papel dos apoios sociais em influenciar as escolhas dos pacientes de hospitais e auto-cuidado", disse o estudo.
As descobertas sugerem "que o estado civil é um preditor de sobrevivência e recuperação funcional após cirurgia cardíaca".

O estudo não montou as peças do mecanismo psicológico capazes de construir este tipo de blindagem, mas serviu como uma constatação do fato. Parece óbvio, que o casamento consolidado, é parte da estrutura original do ser humano. Não é bom que o homem esteja só. Farei para ele uma auxiliadora idônea, disse Deus. Alguém que sairá da sua estrutura interior e que, no devido tempo, lhe seja devolvida. Uma pessoa da mesma espécie, envergadura, valor e capacidade.

Solidão não é a vocação maior do ser humano. Somos seres sociais e não eremita existenciais. A esposa não é apenas um ornamento para o seu lar. Ela é parte essencial na formação do seu EU. Cuide dela, do mesmo modo como cuida do seu coração, protegendo-a até de si mesmo, se for preciso. Ela não é uma lixeira onde você joga os detritos indesejáveis integrantes do seu ser decaído. Não a trate como o esgoto da sua alma, onde você descarrega seu descontrole, seu mau humor, sua indiferença e suas frustrações.

Não perca o melhor pedaço de si mesmo. O divórcio é autodestrutivo.

Ubirajara Crespo 

20/10/2013

O Último Reduto

Efésios: 5. 1. Portanto, sede imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor como Cristo, que também nos amou e se entregou por nós a Deus como oferta e sacrifício com aroma suave. Entre vós não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual como também de nenhuma espécie de impureza e de cobiça; pois essas atitudes não são adequadas aos santos. Não haja obscenidades, nem conversas tolas, nem gracejos imorais, que são inconvenientes, mas, ao invés disso, portai-vos com ações de graça.

Todos os impérios construídos pelos homens, ruíram. Entre os poucos que insistiram em subsistir, está a família. Hoje, porém, está perdendo gradativamente o seu aspecto sagrado. Sucessivas ondas passam sobre o lar, a primeira delas foi o movimento feminista, que formulou várias requisições justas. Com o tempo, porém, invadiu o lar e tentou submergir o seu propósito original proposto na Bíblia. Mudou a organização familiar, diminuiu drasticamente o espaço antes ocupado pelo homem e a transformou em um corpo com duas cabeças.

Em seguida, surgiu uma outra onda, também montada em cima de reivindicações justas e pintado com as cores do movimento de proteção à criança. Sua bandeira foram os direitos da criança e entre eles estava a sua proteção contra a violência no lar. Este tipo de violência existe e deve ser coibida, mas incluiu a disciplina bíblica nesta lista de reivindicações. Acabou gerando crianças sem disciplina, sem valores, sem metas e emancipadas antes do tempo.

Na sua esteira veio a onda formada pelo movimento gay, que tenta acrescentar nesta pauta itens que impeçam os pais de colocar barreiras e impedimentos às "tendências" sexuais de seus filhos. E foi assim que a família ganhou mais uma cabeça, que pensa leis mais permissivas e ainda legaliza um dos pecados mais odiendos citados nas Escrituras, o homossexualismo. O legislativo está em rota de colisão com a cabeça maior, que é Jesus, o inventor e mantenedor da família.

O movimento gay está introduzindo uma família sem cabeça. Transfere para cada um de nossos pedaços de carne, a direção a ser tomada pelo corpo.

A família já fragilizada pela distância que sempre manteve dos padrões divinos, recebeu sem resistência estas novas sugestões. Existe, porém, uma comunidade alternativa, que diante de tantas opções, aboliu a violência, sabe disciplinar em amor, norteia com base nas Escrituras, ensina, guia, protege. A Igreja ainda é o nosso último reduto. 

Escrevi este artigo baseado na mensagem pregada em minha Igreja por Marcos shmizo.

Ubirajara Crespo

A Bíblia do Guerreiro, a estação de tratamento e abastecimento onde você precisa parar todos os dias. O remédio mais eficaz para tratar o seu coração é a Palavra de Deus.