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06/07/2016

O púlpito é o local onde a autenticidade se encaixa melhor

Campanha em prol da autenticidade. 

Existe uma postura ideal a ser mostrada no púlpito? 

Claro que não!


Simplesmente seja você mesmo e não permita, que nenhuma instituição religiosa molde o seu visual. O bom senso nos impede de agir de forma inconveniente, fazendo coisas como limpar o nariz, usar cotonetes nas orelhas ou coçar o dedão do pé, principalmente se você for o centro das atenções. Isto, porém, não tem nada a ver com a religiosidade.

Seja Alegre, se isto revela o seu eu real, seja sóbrio somente se este for voce, faça gracinhas, se esta postura mostrar quem você é. 

Jamais represente um papel e nunca use máscaras religiosas adaptáveis ao ambiente litúrgico presente. 

Se você é do tipo que tenta agradar, melhor ficar na cadeira, pois nela, só engana a quem estiver, na cadeira ao lado, assistindo a sua dramaticidade religiosa. 

Não mostre no púlpito aquilo que você não é fora dele. O púlpito não é o lugar mais sagrado do universo. Este lugar é você e a mensagem, ambas sem imagens sobrepostas. Fale e gesticule do seu jeito, deixando a fértil criatividade divina pincelar a Palavra exposta com autenticidade e transparência. 
Não se recrie, foi Deus quem lhe fez assim, portanto, deixe a mensagem fluir, sem medo ou vergonha, através desta maravilhosa obra de Deus, que é você. 

Nada mais chato, conflitante e inútil do que a verdade sendo transmitida por uma mentira.

Ubirajara Crespo 

12/11/2015

O ARDENTE BEIJO DA SERPENTE

Ubirajara crespo

A batalha não termina quando você perde algo ou alguém, mas quando você perde a si mesmo. De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Acontece, por exemplo,  no momento em que o servo se torna árbitro? Segundo Paulo, o perigo é iminente, caso contrário, não precisaríamos ser advertidos: 

"Ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões, enfatuado, sem motivo algum, na sua mente carnal” (Cl 2.18).

Esta mudança de hábito ocorre depois que dons e talentos sobem à cabeça e a fonte destas dádivas muda de endereço, ou seja, para a casa dos outros. Ir da luz para as trevas ou das trevas para a luz é um tráfego que se intensifica na medida em que nos aproximamos do destino final: O Reino definitivo de Yeshua. Podemos incorrer no erro de imaginar que estamaos indo, quando na realidade estamos voltando

No meio deste caminho haverá muita gente trocando de lado, sem trocar de discurso e sem
admitir clara e publicamente essa troca. A hora do Rush já chegou e quem estiver preso neste engarrafamento perderá a visão do todo e não saberá mais se está indo ou vindo. O discurso religioso desacompanhado da prática, ainda atrai muita gente, por isso o sujeito do palanque religioso não o abandona.


Como saber se o discurso é praticado pelo seu apresentador? Pergunta que se torna difícil de ser respondida quando a distância entre o pregador e os seus ouvintes aumenta.

Essa distância é intensificada pela construção de grandes auditórios e pelo cerco do discursador por seguranças, que dificultam a aproximação. Como saber se ele faz o que prega se o que sabemos a seu respeito é o que diz do palco? O discurso pode ser apenas uma cantada, mais um beijo sedutor da serpente. Reluz, mas não agrega valor; late, mas não morde.


Papagaios percebem que, ao reproduzirem alguns sons, atraem o afago e a admiração de seus expectadores. Pequenas esmolas ou alguma efervecência da esperança mantém as pessoas cativas de um discurso vazio de conteúdo, mas agitado. A alienação é o prato preferido do totalitarismo eclesiástico. Somente ao cair em ouvidos bem informados o discurso sedutor se esvazia. A informação bíblica esvazia este bote da serpente.  

30/08/2015

Marca religiosa



A pesquisa promovida pelo congresso nacional em torno do conceito de família foi vencido pelo que chamaremos aqui, de oposição. A maioria dos brasileiros declarou, que não aceita mais o conceito de família constituído por pai, mãe e filho.

Busquei e encontrei uma centelha de sabedoria neste votação. Ficou claro, que pais e filhos não conseguiram construir uma família, mas uma moradia, onde a única ligação existente entre seus moradores é consaguinia.

Foi este modelo de família, que foi rejeitado durante esta pesquisa. Neste item vemos a Igreja, deixando furos enormes neste item, mas este é apenas mais um.

É provável, que Deus já tenha declarado a Igreja institucional como desqualificada para representá-lo. Isto seria o equivalente a ser demitido, mas entendemos isto como uma promoção.

As estatísticas mostram, que o número de divórcios atingiu o mesmo índice entre judeus, budistas, católicos, evangélicos, e ateus. Isto significa, que a religiosidade de marca, professada pela maioria, seja qual for o logotipo utilizado, nivelou a todos por baixo.

Será, que tudo o que nos resta fazer é continuar desenhando novos logotipos religiosos? A estatística de divórcios entre os pastores, também se aproxima muito do que acontece entre as ovelhas.

Vamos continuar multiplicando formatos, posturas, discursos, técnicas, jeitos, místicas e resultados? Qualquer grupo, que adota determinadas práticas litúrgicas parecidas com seus ritos denominacionais similares, vai dizer que, é uma Igreja.

Jd 1.18. os quais vos diziam: Nos últimos tempos haverá escarnecedores, andando segundo as suas ímpias concupiscências.

A reação religiosa não é diferente, do que o povo brasileiro mostrou nesta pesquisa. Já, que, a família se deteriorou, vamos mudar o conceito e conceder o estatus de família, para qualquer tipo de relação desenvolvida debaixo do mesmo teto. Dá muito trabalho arrumar.  

Entre o pega ou larga de vez, escolhemos largar, chutar o balde e arrebentar a boca do balão. Não há o que estranhar, pois está tudo igual.

Minha fé não é de logotipo, mas foi marcada pelo Espírito Santo em minha alma, com letras de um fogo que não se apaga.

Ubirajara Crespo 

21/01/2014

Luz também atrai insetos

Pecado não confessado é como um buraco na nossa parede que tentamos esconder atrás daquele quadro inútil que guardamos no porão. Fica até bonito, mas se transforma em ninho de pulgas e carrapatos, que se espalham pela casa.
Uma picada de pulga aqui,  outra ali, nem incomoda tanto assim, mas 10, 20, 50, faz muito estrago.

Alguns, porém, se acostumam com as pulgas e até gostam de sentir esta cosquinha.

Algo semelhante a consciência cauterizada ou pele acostumada com as "pulgas pecaminosas", agora promovidas a bichinhos de estimação. O inseticida foi rebaixado ao estatus de "estraga prazeres" , dá aquela sensação de que algo está faltando.

Muitos acham que a coceira provocada pela abstinência das pulgas é armação diabólica.

Assim como Jesus,  o pecado bate a sua porta e você fica curioso para ver com quem ele se parece. Se for bonito e gostoso, acaba se acostumando e dependente.

Gênesis: 4. 6. Então o SENHOR abordou Caim: “Por que estás furioso? E por qual motivo teu rosto está transtornado? Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Entretanto, se assim não fizeres, sabe que o pecado espreita à tua porta e deseja destruir-te; cabe a ti vencê-lo!”

Tome cuidado, pois no mundo dos insetos pecaminosos oferece mais do que pulgas e carrapato, sua fauna é multiforme e uma boa parte dela gosta de voar em torno da luz.

Luz não está isenta do assédio dos insetos.

Ubirajara Crespo

http://bible.com/n/1HAbP luz que atrai insetos

04/10/2012

Partidarismo religioso

 

Os recentes ataques a Maomé deveriam nos fazer refletir a respeito de povos e costumes religiosos. É necessário, antes de mais nada, entender a cosmovisão de cada pessoa. Por qual motivo precisamos atacá-los a ponto de desmoralizá-los?

Me parece mais com o mesmo extinto animal do qual os acusamos quando eles reagem de forma violenta.

A minha fé, por exemplo, eh a minha vida. Não há como separar Jesus de mim mesmo. Como já disse Paulo: Jesus me conquistou de tal modo que não vivo mais para mim mesmo, mas para aquele que por mim morreu e ressuscitou. Qualquer ofensa feita a Ele, dói em mim.


Mas eu aprendi dele que devo responder com mansidão e não com agressão, assim como ele fez, mas devo responder.


Ate mesmo o silêncio eh uma resposta. Denominações, lideres eclesiásticos, objetos não são símbolos da minha fé. Só Jesus eh. A melhor resposta eh sempre o amor. Isto não significa que devo virar tapete do mundo, mas se para ganhar o mundo eu precisar sofrer calado, eu me calo.


Jesus eh o meu amor maior e faço qualquer coisa para agrada-lo, mas se existe algo que o desagrade profundamente eh o meu revide a quem o ofende. Ele me ensinou a dar a outra face e a andar uma segunda milha.

A maioria das pessoas, porém, não esta nem ai para os nossos valores pessoais. Passam por cima mesmo.

Aqueles que foram conquistados por uma fé institucionalizada cultivam símbolos apenas exteriores, pois isto é tudo o que este tipo de fé tem para oferecer. Jesus argumentou com os escribas e fariseus, mostrando a inutilidade de se apegavam a símbolos e não a Jeová. No processo coavam mosquitos e engoliam camelos. Guardavam o sábado, mas no sábado se reuniam para costurar um modo de mata-lo.

Eram meticulosos até no dízimo do coentro e da hortelã, hortaliças de valor muito baixo. Por outro lado, eram implacáveis e não cultivavam a misericórdia, a paciência e o amor com os transgressores casuais. Estes são símbolos externos pelos quais as pessoas são capazes ate de matar.

Outros símbolos eram igualmente preciosos para os fariseus: O templo , o lavar as mãos antes das refeições, os filactérios e a jornada do sábado e muito mais, pois a lista das tradições é enorme.

Quando maior o aparato litúrgico, menor o seu conteúdo.

Isto não eh cristianismo, é partidarismo político/religioso.

Ubirajara crespo

14/12/2011

RELIGIOISDADE QUE NASCEU MORTA

TEXTO BÍBLICO. 2.13:  porque é Deus quem produz em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.
NOTA DE RODAPÉ. A religiosidade produz atitudes de fachada. Somente o Espírito Santo é capaz de gerar frutos autênticos de amor, paz, longanimidade, fidelidade, alegria, domínio próprio e o fortalecimento do homem interior (Gl 5.22,23).


A religião trabalha em nível de mente e emoção fazendo as pessoas pensarem que são espirituais por se sentirem espirituais ou por manifestarem algum tipo de sinal sobrenatural. Essa avaliação deveria ser mais objetiva, ou seja, com base na obediência ou não à Palavra. Jesus fortalece o espírito e através dele controla nossas atitudes e dá equilíbrio para a nossa vida emocional.

Apontar o caminho para alguém, sem que tenhamos lhe transmitido capacitação espiritual necessária para que ande, é tocar apenas na mente e nas emoções, e levá-lo a querer, mas não a realizar (Fp 2.13 e 1Co 2.10.11). Toque não apenas no corpo das pessoas, mas em seu espírito. Quando atingirmos esse nível de influência, produziremos verdadeira espiritualidade.
A Bíblia do Guerreiro, a estação de tratamento e abastecimento onde você precisa parar todos os dias. O remédio mais eficaz para tratar o seu coração é a Palavra de Deus.